Plano de Curso Mestrado
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
PLANO DE CURSO MESTRADO
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: SERVIÇO SOCIAL, TRABALHO e DIREITOS SOCIAIS.
LINHAS DE PESQUISA:
Questão Social, Direitos Sociais e Serviço Social. Esta linha de pesquisa reúne conteúdos referentes às bases
fundamentais da profissão, de suas funções na sociedade em seu vínculo aos direitos sociais, às políticas sociais.
Privilegia os fundamentos do Estado, suas funções e modalidades de intervenção em face das desigualdades
sociais.
Professores vinculados: Edlene Pimentel Santos, Rosa Lúcia Predes Trindade, Maria Virgínia Borges Amaral, Maria
Valéria Costa Correia, Clarissa Maranhão Raposo
Trabalho, Política e Sociedade. Esta linha de pesquisa comporta conteúdos sobre os fundamentos do trabalho e da
sociabilidade, sobre métodos do conhecimento social e sobre marcos das bases histórico-sociais e econômicas da
política, do Estado e da sociedade atual, suas peculiaridades e formas de ação junto a indivíduos e grupos sociais.
Professores vinculados: Sergio Afrânio Lessa Filho, Artur Bispo dos Santos Neto, Reivan Marinho de Souza, Maria
Cristina Soares Paniago, Maria Norma Alcântara Brandão de Holanda, Diego Souza.
Direitos, Movimentos Sociais, Relações de Exploração Agrária, Urbana e de Opressão. Esta linha de pesquisa
comporta conteúdos sobre os impactos da reconfiguração das atividades econômicas no campo e na cidade. Divisão
sexual do trabalho, condição social das mulheres e políticas públicas, violência de classe, gênero, raça/etnia e
geração.
Professores vinculados: Gilmaisa Macedo da Costa, Maria Adriana Torres, José Meneses Gomes, Elvira Barretto
PPGSS vinculado à Pro-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da UFAL e à área de Serviço Social na CAPES
Avaliação quadrienal: 2017, 2018, 2019, 2020. Divulgação conceito em 2021
OBJETIVO GERAL DO PPGSS:
Formar docentes, pesquisadores e profissionais de alto nível para o ensino da pós-graduação e da graduação em
Serviço Social e áreas afins e para intervenção na realidade social.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO PPGSS:
• Qualificar o quadro docente como pesquisadores em Serviço Social e áreas afins para análise dos fundamentos do
Serviço Social, do trabalho, das políticas sociais, dos direitos sociais e dos movimentos sociais na sociedade
contemporânea;
• Desenvolver e consolidar a pesquisa no âmbito do Serviço Social, das políticas sociais e dos movimentos sociais
com vistas à apreensão dos processos históricos que compõem a totalidade social em suas expressões universais e
particulares;
* Consolidar a produção do conhecimento em Serviço Social na interlocução com áreas afins;
* Fortalecer a inserção dos pesquisadores no debate do Serviço Social brasileiro e mundial;
* Potencializar o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de atuação do Serviço Social no Estado de Alagoas;
* Fortalecer a interrelação com os demais Programas de Pós-Graduação da UFAL, em particular, de áreas afins;
* Propiciar a continuidade e o fortalecimento do intercâmbio interinstitucional através dos grupos de pesquisa de
outras Instituições de Ensino Superior - IES em nível regional, nacional e internacional, em consonância com as
tendências e diretrizes atuais dos cursos de pós-graduação.
PERFIL EGRESSOS
O PPGSS toma por base os princípios norteadores do projeto ético-político do Serviço Social, efetivamente postos
nas Diretrizes Curriculares para a formação de profissional em Serviço Social regulamentada pela
RESOLUÇÃO/MEC Nº 15, DE 13 DE MARÇO DE 2002, no Código de Ética do/a Assistente Social e na Lei 8.662/93
de Regulamentação da Profissão de Serviço Social e define como perfil do egresso um profissional/pesquisador
capaz de interpretar a complexidade das expressões da questão social, tomando como referência a perspectiva da
teoria social crítica. O que pressupõe considerar o trabalho como categoria central e decisiva para compreensão da
realidade social que se expressa mediante a práxis dos homens. Pressupõe igualmente o não abandono da categoria
da totalidade, fundamental para uma análise adequada da profissão e das relações sociais onde ela se insere.
Qualificado em nível de excelência acadêmica, esse profissional deverá estar consciente da realidade
socioeconômica e cultural do Brasil e em particular da região Nordeste, especificamente do Estado de Alagoas.
Tendo em vista a aprovação do curso de doutorado em dezembro de 2016, o perfil do egresso proposto para a
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formação no Programa, a partir de 2017, aponta para qualificação de um profissional de alto nível em fundamentos
do trabalho, da sociedade e do Estado, com habilidades teórico-metodológicas para:
- Formulação e execução de políticas sociais em órgãos governamentais e não governamentais;
- Produção de conhecimento crítico sobre a realidade social nacional, internacional, regional e local;
- Viabilização do crescimento intelectual e educacional na área do Serviço Social e áreas afins, bem como a
formação de quadros técnicos para gestão, operacionalização e formulação de políticas sociais;
- Investigação, formulação e implementação de propostas para enfrentamento das expressões da questão social por
meio de políticas sociais públicas, empresarias, de organizações da sociedade civil e dos movimentos sociais;
- Análise crítica do capitalismo contemporâneo e o Serviço Social
- Participação no debate dos temas fundamentais e conteúdos significativos para compreender as expressões da
questão social, o papel do Estado, as políticas sociais e o Serviço Social na ordem burguesa;
MATRIZ CURRICULAR DO PPGSS – nível mestrado TOTAL CREDITOS = 24
15 créditos obrigatórios
9 créditos eletivas
Metodologia nas ciências sociais (4 créditos); Trabalho na
sociedade contemporânea (4 créditos); Serviço Social e
Relações Sociais (4 créditos); Seminário de Pesquisa (3
créditos);
Eletiva 1 (3), Eletiva 2 (3) Eletiva
3 (3)
Segundo Regimento PPGSS:
SEÇÃO V: DA DURAÇÃO DO CURSO. Art. 48. O Mestrado terá duração mínima de 12 (doze) meses e máximo de
24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da data da matrícula inicial no Curso até a data da efetiva defesa da
dissertação. Parágrafo Único. Nos casos devidamente justificados e a critério do Colegiado, o Mestrado poderá ser
prorrogado por até 6 (seis meses).
SEÇÃO II, DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO Art. 60. Para apresentar-se ao exame de qualificação exige-se que o
discente tenha cumprido, pelo menos, 70% do mínimo obrigatório de créditos fixados pelo Programa e tenha sido
aprovado no exame de proficiência. Art. 61. O exame de qualificação da dissertação será avaliado por uma Banca
Examinadora composta obrigatoriamente pelo orientador do discente e por dois outros professores, devendo 1 (um)
desses ser membro permanente ou colaborador e o último ser externo ao Programa.§ 1° O texto para o exame de
qualificação deverá constar de pelo menos um capítulo da dissertação e indicações de sua estrutura global na forma
de sumário. § 2° Cabe à banca examinadora avaliar a fundamentação teórico- metodológica da dissertação em
desenvolvimento, aprovando-a ou reprovando-a, por maioria dos votos, expresso em parecer conjunto, após arguição
do discente.§ 3° A aprovação no exame de qualificação pela banca examinadora constitui pré-requisito para que a
Dissertação dela decorrente possa ser submetida à defesa.§ 4° O discente deverá depositar na Secretaria do
Programa 3 (três) cópias da primeira versão da dissertação para o exame de qualificação, após homologação
do requerimento apresentado pelo orientador ao Colegiado solicitando sua realização. § 5° O Exame de
Qualificação deverá ser realizado até o final do terceiro semestre letivo.
PRODUÇÃO DISCENTE: (segundo Documento área de Serviço Social) 3 – Corpo Discente, Teses e Dissertações
3.1. Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente
permanente e à dimensão do corpo discente. - Será avaliado o percentual de titulados em relação à dimensão do
corpo discente (excluídas as desistências e abandonos).
3.3. Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação
(no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e
outros indicadores pertinentes à área. - Os programas devem estimular a participação de discentes em estágios de
intercâmbio científico, congressos e especialmente os Doutorados Sanduíche. A diversidade de origem do corpo
discente é um indicador saudável para o programa, pois reflete sua visibilidade regional e nacional. A qualificação
das comissões examinadoras deve ser uma preocupação permanente, procurando sempre a participação externa, se
possível de outras regiões do país e do exterior, mesmo que na forma de videoconferência. A banca examinadora
deve conter, no mínimo, um membro externo ao Programa no caso de Mestrado, e dois membros externos ao
Programa no caso de Doutorado. Será avaliada a proporção de discentes-autores (incluindo egressos titulados há no
máximo cinco anos) em relação ao total de discentes do programa. Na produção intelectual, não serão considerados
resumos e resumos expandidos publicados em anais de congresso. No caso dos egressos, a produção a ser
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contabilizada deve estar estreitamente associada ao trabalho desenvolvido junto ao Programa e será valorizado o
trabalho em co-autoria discente-docente, Também será avaliada a participação de no mínimo 30% de discentesautores nas publicações qualificadas do Programa. A participação de alunos da graduação nas publicações deve ser
estimulada. Também será considerada a porcentagem de discentes que contaram com bolsa de doutoradosanduíche no quadriênio. As teses e dissertações devem gerar publicações (livros, capítulos de livros, artigos em
periódicos, trabalhos completos em anais de eventos científicos nacionais e internacionais), até 04 anos após a
defesa. Será considerado o percentual de discentes autores da pós-graduação em relação à dimensão do corpo
discente (e participação de discentes autores da graduação). As Teses e Dissertações devem estar vinculadas às
áreas de concentração, linhas e projetos.
3.4. Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e
doutores e percentual de bolsistas titulados. - Será avaliado o tempo médio de formação de Mestres e Doutores,
observando-se a mediana do tempo de titulação para Mestrado e Doutorado na Área.
PLANO DE CURSO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1. TRABALHO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA (1º semestre) – 4 créditos - 60 horas/aulas
Ementa: Conceitos fundamentais na relação capital-trabalho: mercadoria, valor de uso, valor de troca, trabalho
concreto e trabalho abstrato, tempo de trabalho socialmente necessário, produção de mais-valia, exército industrial
de reserva, concentração e centralização de capital. Principais mecanismos de controle do capital sobre o trabalho.
Elementos essenciais da reestruturação produtiva do capital e suas repercussões no mundo do trabalho, indicando
algumas dimensões que são traços da particularidade brasileira.
Bibliografia:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaios sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo,
Boitempo, 1999.
BERNARDO, João. O toyotismo: exploração e controle da força de trabalho. In: Democracia Totalitária: teoria e
prática da empresa soberana. São Paulo, Cortez, 2004.
GOUNET, Thomas. Fordismo e Toyotismo na civilização do automóvel. São Paulo: Boitempo, 1999.
HARVEY, David. A transformação político-econômica do capitalismo no final do século XX. Condição Pós-moderna:
uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo, Edições Loyola, 1992.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo, Cortez, 2007.
LUKACS, G. (1990) Prolegomini all' Ontologia dell' Essere Sociale. Ed. Guerini e Associati, Milão.
LUKACS, G. (Vol I, 1976, Vol II, 1981) Per una Ontologia dell'Essere Sociale. Ed. Rinuti, Roma.
MALLET, S. La nouvelle classe ouvrière. Éditions du Seuil, Paris, 1963.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe. São Paulo, Nova
Cultural, 1988, V. I, Tomo I e II. (Os economistas). ____. Capítulo VI (Inédito). São Paulo, Ciências Humanas, 1978.
MARX, K. (1979a) O 18 brumário de Louis Bonaparte. São Paulo, Ed. Sociais.
MARX, K. (1979b) Capital. Vol I, International Publishers, New York.
MARX, K. (1983a) Le Capital. Tradução francesa da 4ª edição alemã. A cargo de J.-P. Lefbvre. Messidor/Éditions
Sociales, Paris.
MARX, K. (1983b) Das Kapital. 1ª edição, a de 1867. Dietz Verlag, Berlim.
NAGEL, J. (1979) Trabalho colectivo e trabalho improdutivo na evolução do pensamento marxista. Lisboa, Ed. Prelo.
NEGRI, A. (1991) Marx Beyond Marx. EUA/Inglaterra, Autonomedia/Pluto Press.
OFFE, C. (1984) "Trabalho como categoria sociológica fundamental?" In Offe, C. Trabalho & Sociedade. Vol. 1. Rio
de janeiro, Ed. Tempo Brasileiro.
OFFE, C. (1989) Trabalho e Sociedade: Problemas estruturais e perspectivas para o futuro da sociedade do trabalho.
Vol I. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro.
POULANTZAS, N. (1985) Classes in contemporary capitalism. Ed. Verso, Londres.
TEIXEIRA, Francisco J. S. A aparência do modo de produção capitalista: a circulação simples de mercadorias. In:
Pensando com Marx: uma leitura crítico comentada de O Capital. São Paulo: Ensaio, 1995.
2. METODOLOGIA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS
(1º semestre) – 4 créditos - 60 horas/aulas
Ementa: Os métodos nas Ciências Sociais e a natureza dos fenômenos e teoria sociais. Questões relativas aos
fundamentos metodológicos nas Ciências Sociais. O processo metodológicos no pensamento social clássico e
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moderno: Bacon, Locke, Descartes, Kant, Hegel, Marx, Durkheim. O debate contemporâneo em torno dos
paradigmas das Ciências Sociais. Procedimentos de Pesquisa.
Bibliografia:
COMTE, Auguste. Curso de Filosofia Positiva. Tr. José Arthur Giannotti, Os Pensadores, São Paulo, Nova Cultural,
2005.
CHASIN José. O Integralismo de Plínio Salgado: formas de regressividade no capitalismo hiper-tardio. Introdução.
São Paulo, Ciências Humanas, 1978, p. 61-90.
COSTA, et. al. Orientações metodológicas para a produção de trabalhos acadêmicos. 7.ed. EDUFAL, 2006.
COUTINHO. Carlos Nelson. O Estruturalismo e a miséria da razão. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1972.
DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Tr. Margarida Garrido Esteves, Os Pensadores, São Paulo,
Abril Cultural, 1978.
HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do Espirito, Petrópolis, Editora Vozes, 2002.
HELLER, Agnes. O homem do renascimento. Editorial Presença, LDA, 1982.
LESSA, Sergio. Lukacs, ontologia e método: em busca de um (a) pesquisador (a) interessado (a), 1999. Site Sérgio
Lessa.
_______.Trabalho e proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo, Cortez, 2007.
LUKÁCS, Georg. Realismo e Existencialismo. Lisboa, Arcádia, 1960.
_________. Os princípios ontológicos fundamentais de Marx. Parte I, cap.1, Para a Ontologia do Ser Social Tr.
Carlos Nelson Coutinho, São Paulo, Livraria Editora Ciências Humanas, 1979.
MARX, Karl. O método da economia política, Introdução à crítica da economia política. Tr. Edgard Malagodi [et al.]
Os economistas, São Paulo, Abril cultural, 1982. p. 14-19.
MÉSZÁROS, István. Estrutura Social e Formas de Consciência: A determinação social do método. Tr. Luciana
Prudenzi, Francisco Raul Cornejo e Paulo Cezar Castanheira São Paulo: Boitempo, 2009.
POPPER, Karl R. A miséria do historicismo. Tr. Octanny S. da Mota e Leônidas Hegenberg, São Paulo: Cultrix, 1993.
TONET, Ivo. Método Científico. Texto inédito. 2011.
VAISMAN, Ester. “A usina onto-societária do pensamento” in: Ensaios Ad Hominem n.1, Tomo I, São Paulo: Estudos
e Edições Ad Hominem, 1999.
3. SERVIÇO SOCIAL E RELAÇÕES SOCIAIS (2º semestre) – 4 créditos - 60 horas/aulas
Ementa: O significado sócio-político do Serviço Social nas relações sociais do modo de produção capitalista.
Particularidades do Serviço Social no Brasil. O desenvolvimento do Serviço Social nas particularidades históricas da
América Latina e do Brasil. As principais perspectivas ético-políticas do Serviço Social. O Serviço Social tradicional e
o Serviço Social conservador modernizado. O Movimento de Reconceituação, a Intenção de Ruptura e o Projeto
Ético-Político do Serviço Social
Bibliografia:
ABREU,M. Serviço Social e organização da cultura. São Paulo: Cortez, 2002.
AGUIAR, Antônio. Serviço Social e filosofia. Das origens a Araxá. 5.ed., São Paulo: Cortez, 1995.
ALMEIDA,A. A. de. Possibilidades e limites da teoria do Serviço Social. 4.ed., Cortez.
BARROCO,L. Ética e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2001, 222 p. CRESS 7ºRegião.
PPGSS UERJ (org). O Serviço Social Clínico e o projeto ético-político do Serviço Social . Rio de Janeiro, Maio/2003.
DANTAS,J. Lucena. A Teoria metodológica do Serviço Social. Uma abordagem sistemática. Debates Sociais, nov.
1970.
FALEIROS,V. Metodologia e ideologia do trabalho social. 4.ed, Cortez.
FALEIROS,V. Saber profissional e poder institucional. 3.ed., Cortez, 1991.
FALEIROS,V. Estratégias em Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1997.
GUERRA,Y. A Instrumentalidade do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1995.
IAMAMOTO,M; CARVALHO,R. de. Relações sociais e Serviço Social no Brasil. Esboço de uma interpretação
histórico-metodológica. 4.ed, Cortez/Celats, 1985.
IAMAMOTO,M. Renovação e conservadorismo no Serviço Social. Ensaios críticos. Cortez, 1992.
IAMAMOTO,M. Serviço Social na Contemporaneidade: Trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortez, 1998.
KARSCH, Úrsula. O Serviço Social na era dos serviços. 2.ed., Cortez.
KERN,F. Estratégias de fortalecimento no contexto da AIDS. Revista Serviço Social e Sociedade, São Paulo, Cortez,
nº74, julho/2003, p.42-67.
LESSA,S. Serviço Social e Trabalho: do que se trata? Revista Temporalis, Brasília, ABEPSS, n°02, jul a dez de 2000,
p.35-58.
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MANRIQUE CASTRO,M. História do Serviço Social na América Latina. 5. ed. Revista, Trad. José Paulo Netto e
Balkys Villalobos, São Paulo: Cortez, 2000.
MARTINELLI,M.L. Serviço Social Identidade e alienação. Cortez, 1991.
MONTAÑO,C. La naturaleza del Servicio Social. Un ensayo sobre su génesis, su especificidad y su reproducción.
Trad. Alejandra Pastorini, Cortez, 1998.(Biblioteca latinoamericana de servicio social. Série ensayos)
NETTO,J.P. Ditadura e Serviço Social . Cortez, 1991. ___________. Capitalismo monopolista e Serviço Social.
Cortez, 1992.
NETTO,J. P. Transformações societárias e Serviço Social - notas para uma análise prospectiva da profissão no
Brasil. Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez, n.50, 1996.
PONTES,R. Mediação e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1995.
SANTOS,Leila. Textos de Serviço Social. 2.ed., Cortez.
SILVA e SILVA,M. O. (coord). O Serviço Social e o popular: resgate teórico-metodológico do projeto profissional de
ruptura. Cortez,1995.
SIMIONATTO,I. Gramsci: sua teoria, incidência no Brasil, influência no Serviço Social. São Paulo:Cortez/Ed. UFSC,
1995.
VIEIRA,Balbina. História do Serviço Social. 5. ed., Rio de Janeiro: Agir, 1989.
TEORIZAÇÃO do Serviço social. Documentos Araxá, Teresópolis. 2.ed., Agir/CBCISS.
TEORIZAÇÃO do Serviço social. Documento Sumaré. 2.ed., Agir/CBCISS.
TEORIZAÇÃO do Serviço social. Documento Alto da Boa Vista. 1988, Agir/CBCISS.
4. SEMINÁRIO DE PESQUISA (2º semestre) – 3 créditos - 45 horas/aulas
Ementa: O processo da produção do conhecimento científico e a formação de pesquisadores nos diversos campos
do conhecimento. A metodologia da pesquisa; projetos de pesquisa: planejamento e execução. Procedimentos
teórico-metodológicos para a elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos.
Bibliografia:
ABRAMO, Perseu. Pesquisa em Ciências Sociais. In IRANO, Sadi et. al. Pesquisa Social - Projeto e Planejamento.
São Paulo:Queiroz, 1979.
ANDERY, Maria Amália et. al. Para compreender a ciência, uma perspectiva histórica. Rio de Janeiro: Espaço e
Tempo; São Paulo: EDUC, 2000.
ASTI VERA, Armando. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1979.
BARROS, Aidil & LEHFELD, Neide. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas. Petrópoles-RJ: Vozes, 1990.
BUNGE, Mario. Epistemologia - curso de atualização. São Paulo: Queiroz, 1980.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. São Paulo: Atlas, 1983.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Editorial Presença, 1988.
COSTA, Ana Rita Firmino et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. Maceió: Edufal,
1999.
HAGUETTE, Teresa M. Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópoles-RJ: Vozes, 1990.
HÜHNE, Leda Miranda. Metodologia científica, caderno de textos e técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 1988.
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993.
LUKÁCS, George. Marxismo e Questões de Método na Ciência Social. In Netto, José Paulo(org.) e Fernandes,
Florestan (coord). Lukács/Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 2000.
MATRAS, Judah. Outros métodos de pesquisa social. In: Unesco. Manual de pesquisa social nas zonas urbanas.
São Paulo: Pioneira, 1998.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis-RJ:Vozes,1994.
MINAYO, Cecília de S. O desafio do conhecimento - Pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo-Rio de Janeiro:
Hucitec-Abrasco. 2000.
NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Manual da Monografia: como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. São
Paulo: Saraiva, 2000.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 1999.
RICHARDSON, Roberto Jarry et. al. Pesquisa Social, métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1998.
RUIZ, J. Álvaro. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1988.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica, Guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1999.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
SELLTIZ, et al. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. São Paulo: E.P.U., 1974.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
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DISCIPLINAS ELETIVAS
1. FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA BRASILEIRA - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: Análise da formação social brasileira com base nas “vias” explicativas de desenvolvimento do modo de
produção capitalista. Bases da particularidade da formação sócio-histórica brasileira, principais momentos da
organização produtiva-social. Conhecimento do debate acerca do capitalismo tardio, relação entre Estado e classes
sociais. Referência aos principais analistas da formação sócio-histórica brasileira.
Bibliografia:
CHASIN, José. Integralismo de Plinio Salgado: forma de regressividade no capitalismo hipertardio. Belo Horizonte:
UNA Editora; São Paulo: Estudos edições Ad Hominen, 1999.
_________. A Miséria Brasileira - do golpe militar à crise social (1964-1994). São Paulo: Estudos edições Ad
Hominen.
FAUSTO, Boris. História Geral da Civilização Brasileira. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil. Ensaio de Interpretação Sociológica. Rio de Janeiro,
Guanabara, 1987.
HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. Trad. Maria Tereza Teixeira e Marcos Penchel. São Paulo: Paz e Terra,
2009.
-----------------. A Era do Capital (1875-1975). Trad. Maria Tereza Teixeira e Marcos Penchel. Rio de Janeiro: 1979.
IANNI, Octavio. Estado e Capitalismo. São Paulo, Brasiliense, 2004. MELLO, João Manuel C. O capitalismo tardio.
São Paulo, Brasiliense, 1998.
MAZZEO, Antonio Carlos. Estado e Burguesia no Brasil. São Paulo, Cortez, 1997. PRADO JR, Caio. História
Econômica do Brasil. São Paulo, Brasiliense, 2004.
___________. A Revolução Brasileira. São Paulo, Brasiliense, 1966.
2. QUESTÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS DO SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: A relação entre Teoria, Método e Metodologia. As principais perspectivas teórico-metodológico de
fundamentação do Serviço Social. As produções teóricas do Serviço Social e suas relações com as ciências sociais,
a filosofia e a teoria marxiana.
Bibliografia:
CHASIN, José. Marx estatuto ontológico e resolução metodológica. In: Teixeira, Francisco J S. Pensando com Marx:
uma leitura crítico-comentada de O Capital, São Paulo: Ensaio, 1995.
DANTAS, José Lucena. A teoria metodológica do serviço social: uma abordagem sistemática. Debates sociais n. 4 4o
ed. Rio de Janeiro: CBCIS, 1976.
DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Tr. Margarida Garrido Esteves, Os Pensadores, São Paulo:
Abril Cultural, 1978.
GUERRA, Yolanda. A força histórico-ontológica e crítico analítica dos fundamentos. In
Questão Social e Serviço Social: fundamentos e prática, Praia Vermelha n. 10, Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
____. O potencial da pesquisa sobre os fundamentos do serviço social. Colóquio da Rede de Pesquisa sobre o
Trabalho do Assistente Social, Maceió: UFAL, 2010. IAMAMOTO, Marilda Vilella & CARVALHO, Raul de. Relações
Sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica, 5a ed. São Paulo: Cortez
[Lima, Peru]: CELATS, 1986.
LESSA, Sérgio. Lukács: el método y su fundamento ontológico. In. Metoddologia e Serviçio Social Hoy en Debate.
São Paulo: Cortez, 2000. LUKÁCS, Georg. As Bases Ontológicas do Pensamento e da Atividade do Homem. Temas
de Ciências Humanas n. 4. Tr. Carlos Nelson Coutinho, São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas, 1978.
______________ Os princípios ontológicos fundamentais de Marx. Ontologia do ser social. Tr. Carlos Nelson
Coutinho, São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas, 1979.
MANDEL, Ernest. O Lugar do Marxismo na História. São Paulo: Xamã, 2001.
MARX, Karl. O método da economia política, Introdução à crítica da economia política. Tr. Edgard Malagodi [et al.] Os
economistas, São Paulo: Abril cultural, 1982. p. 14-19. MONTAÑO, Carlos. La Naturaleza del Servicio Social: um
ensayo sobre su genesis, su especificidad y su reproduccion. São Paulo: Cortez, 1998.
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
MOTA, Ana Elizabete. Serviço Social brasileiro: profissão e área do conhecimento. R. Katálises, Florianópolis, v. 16,
n. esp., p. 17-27, 2013.
NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1991.
_____. A Construção do Projeto Ético-Político do Serviço Social. Brasília: CFESS, 1999.
______. Introdução ao método da teoria social. Serviço Social: Direitos Sociais e Competencias profissional, Brasília:
CFESS, 2010.
POPPER, Karl R. A miséria do historicismo. Tr. Octanny S. da Mota e Leônidas Hegenberg, São Paulo: Cultrix, 1993.
RICHMOND, Mary. E. Diagnóstico Social. Tr. José Alberto de Faria, Lisboa: Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo
Jorge, 1950.
3. ESTADO, POLITICA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: Origem, natureza e função social do Estado. Constituição dos direitos sociais e das políticas sociais a partir
das relações sociais na sociedade capitalista. Particularidades da política social no Brasil. A inserção do Serviço
Social na implementação das políticas sociais no Brasil.
Bibliografia:
HOLLOWAY, John. Fundamentos teoricos para una critica marxista de la administracion publica, México: Instituto
Nacional de Administracion Publica, 1982, segunda parte, cap. 4 “La Ciudadania y la Separación de lo Político y lo
econômico”.
HUBERMAN, Leo. A História da Riqueza dos Homens. São Paulo: Zahar Editores, 1983. capítulos - VII, IX, X, XIII e
XVI.
GRUPPI, Luciano. Tudo Começou com Maquiavel. Porto Alegre: L&PM Editores, 1980.
Cap. - Os Pensadores Políticos desde N. Maquiavel até G.W.Hegel.
WEFFORT, Francisco. Os Clássicos da Política I. São Paulo: Editora Ática, 2002..caps. 2 (Maquiavel), 3 (Hobbes), 4
(Locke) e 6 (Rousseau).
LASKI, Harold – O liberalismo europeu – São Paulo: Mestre Jou, 1973, capítulos – I (Os Antecedentes) e Conclusão:
as consequências.
MARX, K. Glosas críticas marginais ao artigo O Rei da Prússia e a Reforma Social. De um Prussiano in: Práxis n.5 –
Belo Horizonte: Projeto Joaquim de Oliveira, out-dez. 1995.
MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital. São Paulo: Boitempo, 2002. .caps. 2, 11.3, 13.1 a 13.3 e 17.1.
NETTO, José Paulo e Braz, Marcelo. Economia Política – uma introdução crítica. São Paulo: Cortez Editora,
2006..cap. 2 – Categorias da (crítica da) Economia Política.
4. CONTROLE SOCIAL SOBRE AS POLITICAS PÚBLICAS E SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: As políticas sociais no contexto da crise contemporânea do capital. O papel dos organismos financeiros
internacionais - FMI e Banco Mundial - na definição das políticas sociais brasileiras. O Controle Social na relação
entre Estado e Sociedade Civil: fundamentos para o debate em Gramsci. Conceitos de controle social. Os
mecanismos de controle social das políticas públicas: Conselhos Gestores, Conferências e outros. A contribuição do
Serviço Social para o controle social.
Bibliografia:
ABREU, Marina Maciel. A relação entre o Estado e a sociedade civil: a questão dos conselhos de direitos e a
participação do Serviço Social. In: Serviço Social & Movimento Social, São Luís, v.1, n.1, p. 61-76, jul./dez.1999.
BARROS, Maria Elizabeth Diniz. O Controle Social e o processo de descentralização dos serviços de Saúde. In:
Incentivo à Participação Popular e Controle Social no SUS: textos técnicos para conselheiros de saúde. Brasília: IEC,
1994.
BORON, Atílio A. Os "novos Leviatãs" e a polis democrática: neoliberalismo, decomposição estatal e decadência da
democracia na América Latina. In: SADER, E. & GENTILI, P. (Orgs.). Pós-neoliberalismo II: que Estado para que
democracia? Petrópolis, RJ: Vozes,1999.
CARNOY, Martin. Estado e Teoria Política. São Paulo: Papirus, 1990.
CARVALHO, Antônio Ivo de. Conselhos de Saúde no Brasil: participação cidadã e controle social. Rio de Janeiro:
FASE / IBAM, 1995.
COSTA, Nilson do Rosário. MELO, Marcos André C. de. Reforma do Estado e as Mudanças Organizacionais no
Setor Saúde. In: Revista Ciência & Saúde Coletiva, Volume III, Número 1, ABRASCO. 1998.
COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci. Um estudo sobre seu pensamento político. Rio de Janeiro: Campus, 1989.
CORREIA, Maria Valéria Costa. A Relação Estado e Sociedade e o Controle Social: fundamentos paDIAS, Edmundo
Fernandes. Hegemonia: racionalidade que se faz história. In: DIAS, Edmundo Fernandes et al. O Outro Gramsci. São
Paulo: Xamã, 1996.
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_____________ A Liberdade (Im)Possível na Ordem do Capital: Reestruturação Prudutiva e Passivização. Textos
Didáticos no 29, 2aedição IFCH/UNICAMP, Campinas-SP, setembro de 1999.
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EIBNSCHUTZ, Catalina (org.). Política de Saúde: O Público e o Privado. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1996.
ESCOREL, Sarah. Reviravolta na Saúde: origem e articulação do movimento sanitário. Rio de Janeiro: Editora
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Capacitação em Serviço Social e Política Social. Brasília, CFESS/ABEPSS/CEAD/UnB, 2000.
GERSCHMAN, Sílvia. A Democracia Inconclusa: Um Estudo da Reforma Sanitária Brasileira. Rio de Janeiro:
FIOCRUZ, 1995.
GRAMSCI, Antônio. Cadernos do Cárcere. Vol. 1, tradução de Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1999.
GRAMSCI, Antônio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3: Maquiavel. Notas sobre o Estado e a política; Rio de janeiro:
Civilização Brasileira, 2000.
HARVEY, D. A. Condição pós-moderna. São Paulo. Edições Loyola, 1993.
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silva. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
IAMAMOTO, Marilda Villela. A Questão Social no Capitalismo. In: Temporalis, Revista da Associação Brasileira de
Ensino e Pesquisa em Serviço Social ABEPSS. Ano 2, n. 3, Brasília: ABEPSS, Grafline, 2001.
LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. Coleção Os Pensadores. Tradução de Anoar Aiex e E. Jacy
Monteiro. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
MARX, Karl. & ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. Prólogo de José Paulo Netto. São Paulo: Cortez,
1998.
MENDES, Eugênio Vilaça. As Políticas de Saúde no Brasil nos anos 80: a conformação da reforma sanitária e a
construção da hegemonia do projeto neoliberal. In: MENDES, Eugênio Vilaça (org.) Distrito Sanitário: o processo de
mudança das práticas sanitárias do Sistema Único de Saúde. São Paulo-Rio de Janeiro: HUCITEC- ABRASCO,
1994. MENDES, Eugênio Vilaça. Uma Agenda para a Saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996. MONTAÑO, Carlos
Eduardo.Terceiro Setor e Questão Social na Reestruturação do Capital: O Canto da Sereia. Tese de Doutorado.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2001.
MOTA, Ana Elizabete. Cultura da Crise e Seguridade Social: um estudo sobre as tendências da previdência e da
assistência social brasileira nos anos 80 e 90.
5. QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: A relação entre questão social e capitalismo. Elementos constituintes fundamentais e formas de
desenvolvimento nas transformações sócio-política-econômicas em decorrência da crise estrutural do capital.
Particularidades da questão social no Brasil. Formas de enfrentamento da questão social e as relações entre o
público e o privado. As relações do Serviço Social com a questão social.
Bibliografia:
BARAN & SWEEZY. Capitalismo Monopolista – Ensaio sobre a Ordem Econômica e Social Americana. Rio de
Janeiro, Zahar Editores, 1978.
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
CASTEL, R. As metamorfoses da questão social. São Paulo, Vozes, 1998.
COSTA, Gilmaisa Macedo da e SANTOS, Edlene Pimentel. Questão Social e Desigualdade: Novas Formas, Velhas
Raízes. In: Revista Ágora, ano 2, nº 4, julho de 2006 – ISSN – 1807-698X. Site www.assistentesocial.com.br
DONGHI Halpering. História da América Latina. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Trad. Conceição Jardim e Eduardo Lúcio
Nogueira. Portugal: Editorial Presença; Brasil, Martins Fontes, s.d. (Coleção Síntese).
GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Trad. Galeno de Freitas. Rio de Janeiro, Paz e Terra,
1983.
GOUNET, T. Fordismo e Toyotismo. São Paulo, Boitempo, 1999.
HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro, Guanabara, 1986.
HUNT, E. K. & SHERMAN, Howard J. História do Pensamento Econômico. Petrópolis, Editora Vozes, 2005.
IAMAMOTO, Marilda V. & CARVALHO, Raul de. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma
interpretação histórico-metodológica. São Paulo, Cortez; Lima – Peru, CELATS, 1985.
IANNI, O. A Idéia do Brasil Moderno. São Paulo, Brasiliense, 1992, III - A Questão Social, p.86-112.
MARX, Karl. O capital - Critica da economia política. Os Pensadores, Livro Primeiro, Tomos 1 e 2. Capítulos XXIII e
XXIV. São Paulo, Nova Cultural Ltda., 1996.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
LESSA, Sérgio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo, Cortez, 2007.
MAZZEO, A C. Burguesia e capitalismo no Brasil. São Paulo, Ática, 1988. Cap. I e II.
MÉSZÁROS, István. Produção Destrutiva do Capital. Trad. Georg Toscheff. São Paulo, Ensaio, 1989. (Cadernos
Ensaio. Pequeno Formato, v.5).
_________________. Ir Além do Capital. In: Globalização e Socialismo. São Paulo, Xamã, 1997.
________________. A Crise Estrutural do Capital. In: Outubro – Revista do Instituto de Estudos Socialistas Nº 4. São
Paulo, 2000.
_________________. Para além do capital: Rumo a uma teoria da transição. Trad. Paulo César Castanheira e Sérgio
Lessa. 1ªed. São Paulo, Editora da UNICAMP/BOITEMPO Editorial, maio de 2002.
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1992.
______________. Revista Temporalis, nº 3 (janeiro/julho de 2001). Brasília, ABEPSS, Grafline, 2001.
NETTO, José Paulo e BRAZ, Marcelo. Economia política: uma introdução crítica. São Paulo, Cortez, 2006. (Biblioteca
Básica de Serviço Social; v. 1).
PASTORINI, A. A categoria “questão social” em debate. São Paulo, Cortez, 2004.
ROSANVALLON, Pierre. A nova questão social. Trad. De Sérgio Bath. Brasília,
Instituto Teotônio Vilela, 1988.
PIMENTEL, Edlene. Uma Nova Questão Social? Raízes materiais e humano-sociais do Pauperismo de Ontem e de
Hoje. Maceió, EDUFAL, 2007.
SANTOS, Edlene Pimentel, COSTA, Gilmaisa Macedo da, HOLANDA, Maria Norma Alcântara Brandão de. América
Latina e Expressões da Questão Social. In: Anais do 12º Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais e IV Encontro
Nacional de Serviço Social e Seguridade. Foz do Iguaçu/PR de 28 de outubro a 02 de novembro de 2007. Publicado
em CD-ROM.
SANTOS, Edlene Pimentel, COSTA, Gilmaisa Macedo da. Pobreza e Desemprego: a persistência de um fenômeno.
In: III Jornada Internacional de Políticas Públicas – Questão Social e desenvolvimento no século XXI. Universidade
Federal do Maranhão – UFMA. São Luís, agosto de 2007. Publicação: CD - ROM.
Sobre as origens da “questão social”. In: VIII Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social. ABEPSS –
Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, novembro de 2002. Publicação: CD - ROM.
SANTOS, Edlene Pimentel. A Questão Social em Debate. In: Praia Vermelha: estudos de política e teoria social.
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Nº 10. Rio de Janeiro,
UFRJ. Escola de Serviço Social. Coordenação de Pós-graduação, 2004.
______________________. Questão Social e a Problemática do Desemprego Crônico. In: 19º Conferência Mundial
de Serviço Social, sob a forma de POSTER. Salvador, agosto de 2008. Publicação: CD - ROM.
______________________. O Pauperismo de Ontem e de Hoje: raízes materiais e humano-sociais da “questão
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TAYLOR, Frederick W. Princípios de Administração Científica. Trad. Arlindo Vieira Ramos. São Paulo, Editora ATLAS
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Fortaleza, Universidade Estadual do Ceará, 1998.
DOCUMENTOS:
RERUM NOVARUM – Carta Encíclica de Sua Santidade o Papa Leão XIII sobre a condição dos Operários. 15ª
edição. São Paulo, Paulinas, 2005.
6. POLÍTICAS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: O trabalho e a superexploração da força de trabalho na América Latina: capitalismo, dependência e
periferia. Democracia e reforma do Estado na América Latina: problemas e perspectivas. As políticas sociais a partir
de uma reflexão marxista do capitalismo latino-americano. O desenvolvimento dos sistemas de proteção social na
América Latina: história e atualidade. Uma análise das dimensões que caracterizam os Programas de Transferência
de Renda: surgimento e tendências.
Bibliografia:
BORON, A. A. Estado, Capitalismo y democracia en América Latina. 1 ed. Buenos Aires: Clacso, 2003.
COGGIOLA, O. Programas sociais compensatórios: a experiência brasileira. Revista Praia Vermelha: estudos de
política e teoria social, v. 23, n.1, jan/jun. Rio de Janeiro, 2013.
CARCANHOLO, M. D. (Im)precisões sobre a categoria superexploração da força de trabalho. In: ALMEIDA FILHO, N.
(Org.). Desenvolvimento e dependência: cátedra Ruy Mauro Marini. Brasília: Ipea, 2013, p.71-98.
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina, 2010.
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GALEANO, Eduardo. A descoberta da América (que ainda não houve). 2 ed. Trad. Eric Nepomuceno. Porto Alegre:
Editora da Universidade/UFRGS, 1990. p.7 - 45.
LIMA, V. F. S. de A. et al. Contextualização socioeconômica e política dos PTRC na América Latina e Caribe. In:
SILVA, M. O. da S. (Coord.). Programas de Transferência de Renda na América Latina e Caribe. São Paulo,
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dependencia.
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<http://www.mariniescritos.
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MOTA, A. E. Crise, desenvolvimentismo e tendências das políticas sociais no Brasil e na América Latina. Disponível
em: < http://configuracoes.revues.org/1324>. p. 29-41.
MOTA, A. E.; AMARAL, A.; PERUZZO, J. O novo desenvolvimentismo e as políticas sociais na América Latina.
In:_____ (Org.). Desenvolvimentismo e construção de hegemonia: crescimento econômico e reprodução da
desigualdade. São Paulo: Cortez, 2012, p. 153-178.
PAIVA, B.; ROCHA, M.; Carraro, D. Política social na América Latina: ensaio de
interpretação a partir da Teoria Marxista da Dependência. Revista Ser Social, v. 12, n. 26, p. 147-175, jan./jun.
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<http://marxismo21.org/wp-content/uploads/2012/07/O-marxismo-na-America-Latina-JP-Netto.pdf>.
PAULO NETTO, J. Desigualdade, pobreza e Serviço Social. Disponível em:
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaempauta/article/viewFile/190/213.
PINHEIRO, C. V. Modelos de desenvolvimento e políticas sociais na América Latina em uma perspectiva Histórica.
Disponível em:
<http://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/141/143>.
OSORIO, Jaime. Fundamentos da superexploração. In: ALMEIDA FILHO, N. (Org.). Desenvolvimento e dependência:
cátedra Ruy Mauro Marini. Brasília: Ipea, 2013, p. 49-70.
SILVA, G. S. da. Capital portador de juros e programas de transferência de renda: monetarização das políticas
sociais e contra reforma. Revista Políticas Públicas. São Luís, v. 13, n. 2, p. 173-181, jul./dez. 2009.
SPOSATI, A. Tendências latino-americanas da política social no século 21. Revista katálysis. Florianópolis, v. 14, n.
1. p. 104-115, jan/jun, 2011.
7. ESTADO DE BEM-ESTAR SOCIAL E REPRODUÇÃO DO CAPITAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: Relação entre trabalho, trabalho abstrato e classes sociais no capitalismo com base no livro I de O Capital
de Marx. Gênese e dinâmica do Estado de Bem-Estar Social na era dos monopólios.
Bibliografia
DUTTON, P. V. (2002). Origins of the French Welfare State. Cambridge University Press, New York.
GOUGH, I. (1979) Political Economy of the Welfare State. MacMillan Publishing Co., EUA.
LEIMAN, M. M. (1993) The political economy of racism. Pluto Press, Londres. Marx, K. (1983, Tomo I, 1985, Tomo II)
O Capital. Vol I, Ed. Abril Cultural, São Paulo.
LESSA, S. Capital e estado de bem-estar: o caráter de classe das políticas públicas. São Paulo: Instituto Lukács,
2013.
MÉSZÁROS, I, (2002) Para além do capital. Boitempo, São Paulo.
