Plano de Curso Doutorado
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
DOUTORADO EM SERVIÇO SOCIAL
Maceió/AL
Agosto de 2017
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
INTRODUÇÃO
O Curso de Serviço Social em Alagoas existe há mais de meio século, mas foi
incorporado à UFAL em 1971 em meio à política educacional para o Ensino Superior
da época. O Serviço Social é hoje, indiscutivelmente, uma área de composição
interdisciplinar, abarcando e interagindo com outras áreas – ou eixos – de
conhecimentos que compõem os cursos da UFAL. É, pois, uma área capaz de articular
vários campos de saber, contemplando as discussões acerca das bases fundamentais da
sociedade, do Serviço Social como profissão, dos direitos, da execução, da gestão e da
avaliação de políticas públicas, campos necessários ao desenvolvimento local e
regional. A natureza interdisciplinar da área de Serviço Social revela-se, também, na
procura de profissionais das mais diversas áreas pelos Programas de Pós-Graduação em
Serviço Social. As seleções para os cursos stricto sensu respondem a uma demanda de
profissionais em Serviço Social, sobretudo, mas também de áreas afins no campo das
Ciências Sociais e Humanas. Aliado a isto dois outros aspectos justificam a criação de
um curso de doutorado, ambos relacionados ao fato de que a formação em Serviço
Social sempre apresentou preocupação e funções relacionadas às questões demandadas
pelo contexto socioeconômico e pelo contexto educacional representados nas condições
de vida da população e vinculadas às desigualdades sociais.
Em Alagoas indicadores econômicos e sociais justificam a necessidade de maiores
investimentos na educação, influenciando decisivamente o processo de interiorização da
UFAL. Considerando a formação e qualificação docente da Rede Pública Municipal e
Estadual insuficiente que atingia 20.000 professores (Conselho Estadual de Educação e
Jornal Gazeta de Alagoas, 22.02.2004) e a exclusão digital mais de 97% da população –
2.7 milhões de pessoas (conforme Gazeta de Alagoas, 29.03.2004, FGV Abril, 2003), o
processo de interiorização da UFAL veio em resposta às necessidades de relacionar a
capacidade de formação profissional e de produção científica, tecnológica e artística da
Universidade ao desenvolvimento local (municipal) e regional, potencializando e
socializando recursos de saber, materiais e financeiros induzindo novas demandas
locais.
Na esteira do processo de crescimento da universidade, o Curso de Serviço Social vem
expandindo a formação na área com a criação do Programa de Pós-graduação mediante
cursos lato sensu (especializações) e stricto sensu (Mestrado). A criação de um
doutorado em Serviço Social que se segue à criação do Mestrado deverá integrar o
desenvolvimento do Curso de Serviço Social na Faculdade de Serviço Social em
Alagoas, bem como o projeto de expansão da UFAL – e sua respectiva interiorização. O
processo de interiorização em andamento da UFAL, como vimos, responde a uma
necessidade presente nos indicadores socioeconômicos que o Estado de Alagoas
apresenta. Tais indicadores são impulsionadores de investimentos para que a função da
Universidade Pública se concretize expandindo-se em direção ao conhecimento e a
formação profissional de alto nível.
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O curso de Doutorado em Serviço Social, que se segue à criação do Mestrado, visa
integrar o desenvolvimento do Curso de Serviço Social na Faculdade de Serviço Social
em Alagoas, bem como o projeto de expansão da UFAL – e sua respectiva
interiorização. O processo de interiorização em andamento da UFAL responde a uma
necessidade presente nos indicadores socioeconômicos que o Estado de Alagoas
apresenta. Tais indicadores são impulsionadores de investimentos para que a função da
Universidade Pública se concretize expandindo-se em direção ao conhecimento e a
formação profissional de alto nível.
1) ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DO PROGRAMA
Serviço Social, Trabalho e Direitos Sociais.
Esta área de concentração propicia a formação, pesquisa e produção de conhecimentos
em torno dos fundamentos do Serviço Social e da sociedade, das políticas sociais, do
trabalho e dos direitos sociais. Os conteúdos do curso se articulam em disciplinas
segundo esta área de concentração, considerando os conhecimentos veiculados através
do seu corpo docente em sua diversidade de pesquisas e da especialidade do
conhecimento dos seus membros.
2) LINHAS DE PESQUISA
1ª) Questão Social, Direitos Sociais e Serviço Social: reúne conteúdos referentes às
bases fundamentais da profissão, de suas funções na sociedade em seu vínculo aos
direitos sociais, às políticas sociais. Privilegia os fundamentos do Estado, suas funções e
modalidades de intervenção em face das desigualdades sociais.
2ª) Trabalho, Política e Sociedade: comporta conteúdos sobre os fundamentos do
trabalho e da sociabilidade, sobre métodos do conhecimento social e sobre marcos das
bases histórico-sociais e econômicas da política, do Estado e da sociedade atual, suas
peculiaridades e formas de ação junto a indivíduos e grupos sociais.
3ª) Direitos, Movimentos Sociais, Relações de Exploração Agrária, Urbana e de
opressão: comporta conteúdos sobre os impactos da reconfiguração das atividades
econômicas no campo e na cidade. Divisão sexual do trabalho, condição social das
mulheres e políticas públicas, violência de classe, gênero, raça/etnia e geração.
3) OBJETIVOS
a) Formar docentes, pesquisadores e profissionais de alto nível para o ensino da pósgraduação e da graduação em Serviço Social e áreas afins e para a intervenção na
realidade social;
b) Qualificar o quadro docente como pesquisadores em Serviço Social e áreas afins para
a análise dos fundamentos do Serviço Social, do trabalho, das políticas sociais, dos
direitos sociais e dos movimentos sociais na sociedade contemporânea;
c) Desenvolver e consolidar a pesquisa no âmbito do Serviço Social, das políticas
sociais e dos movimentos sociais com vistas à apreensão dos processos históricos que
compõem a totalidade social em suas expressões universais e particulares.
4) PERFIL DO EGRESSO
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O perfil proposto para a formação no Doutorado é de um profissional com qualificação
de alto nível em fundamentos do trabalho, da sociedade e do Estado, com habilidades
teórico-metodológicas para:
• Formulação e execução de políticas sociais em órgãos governamentais e não
governamentais;
• Produção de conhecimento crítico sobre a realidade social, nacional,
internacional, regional e local;
• Viabilização do crescimento intelectual e educacional na área do Serviço Social
e áreas afins, bem como a formação de quadros técnicos para a gestão,
operacionalização e formulação de políticas sociais;
• Investigação, formulação e implementação de propostas para enfrentamento das
expressões da questão social por meio de políticas sociais públicas,
empresariais, de organizações da sociedade civil e dos movimentos sociais;
• Análise crítica do capitalismo contemporâneo e do Serviço Social;
• Interagir no debate dos temas fundamentais e conteúdos para compreender as
expressões da questão social, do papel do Estado, as políticas sociais e o Serviço
Social na ordem burguesa.
5) PLANO DE CURSO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1. ESTUDOS AVANÇADOS EM SERVIÇO SOCIAL (1º e 2º semestre) – 6 créditos
90 horas/aula
Ementa: Bases categoriais e fundamentais do trabalho e suas expressões no
capitalismo. Interpretações sócio-econômicas e politicas da vida em sociedade.
Fundamentos do Estado, dos direitos e da politica no desenvolvimento capitalista e
manifestações na atualidade. Gênese e processo de desenvolvimento da profissão e as
dimensões teórico-metodológica, técnico-operativas e ético-politicas no Serviço Social.
Bibliografia:
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaios sobre a afirmação e a negação do
trabalho. São Paulo: Boitempo, 1999.
BEHRING, Elaine R; BOSCHETTI, Ivanete; GRANEMANN, Sara; SALVADOR,
Evilásio. Financeirização, fundo público e política social. São Paulo: Cortez Editora,
2010.
BEHRING, Elaine R; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história.
São Paulo: Cortez, 2006.
BEHRING, Elaine R. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de
direitos. São Paulo: Cortez, 2003.
______. Principais abordagens teóricas da política social e da cidadania. In: Capacitação
em serviço social e política social, módulo 3. – Brasília: UnB, Centro de Educação
Aberta, Continuada a Distância, 2000, p. 19-40.
______. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez, 1998. BERNARDO,
João. “O toyotismo: exploração e controle da força de trabalho”. In: Democracia
Totalitária: teoria e prática da empresa soberana. São Paulo: Cortez, 2004.
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BOSCHETTI, Ivanete. Assistência social no Brasil: um direito entre originalidade e
conservadorismo. – 2ª ed. – Brasília, 2003.
BRAVO, M. Inês & PEREIRA, Potyara. (Orgs.) Política social e democracia. São
Paulo: Cortez, 2001.
COSTA, Gilmaísa M. da. Serviço Social em debate: Ser social, trabalho, ideologia.
Maceió: EDUFAL, 2011.
FALEIROS, Vicente de P. Natureza e desenvolvimento das políticas sociais no Brasil.
In: Capacitação em Serviço Social e Política Social, módulo 3. – Brasília: UnB, Centro
de Educação Aberta, Continuada a Distância, 2000. P. 41-56.
______. Natureza e desenvolvimento das políticas sociais no Brasil. In: Capacitação em
Serviço Social e Política Social, módulo 3. – Brasília: UnB, Centro de Educação Aberta,
Continuada a Distância, 2000. P. 41-56.
______. A política social do Estado capitalista. São Paulo: Cortez, 1980. GOUNET,
Thomas. Fordismo e Toyotismo na civilização do automóvel. São Paulo: Boitempo,
1999. HARVEY, David. “A transformação político-econômica do capitalismo no final
do século XX”. Condição Pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. São Paulo: Edições Loyola, 1992. IAMAMOTO, Marilda V. Serviço Social em
tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo, Cortez
Editora, 2007.
_______. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social (ensaios críticos). São
Paulo: Cortez, 1999.
IAMAMOTO, Marilda e Carvalho, Raul de. Relações Sociais e Serviço Social. Paulo,
Cortez Editora, 1986.
LAUREL, Asa C. (Org). Estado e políticas sociais no neoliberalismo. – 3ª ed. – São
Paulo: Cortez, 2002.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo:
Cortez, 2007.
_______. Serviço Social e Trabalho: porque o Serviço Social não é trabalho? São Paulo:
Instituto Lukács, 2012.
KAMEYAMA, Nobuco. As novas tendências das políticas sociais. In: Boletín
Electrónico Surá, nº 70. Universidad de Costa Rica: Escuela de Trabajo Social, maio de
2002.
LUKACS, G. Para uma ontologia do ser social. São Paulo:Boitempo, 2013. Vol II.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. São Paulo: Nova Cultural, 1988,
V. I, Tomo I e II. (Os economistas).
____. Capítulo VI (Inédito). São Paulo: Ciências Humanas, 1978.
MOTA, Ana E. Sobre a crise da seguridade social no Brasil. Porto Alegre: outubro de
2000. Texto apresentado no II Encontro de Serviço Social e Seguridade. (mimeo.)
______. Seguridade Social. Serviço Social & Sociedade. São Paulo: Cortez, ano XVII,
nº 50, p. 191-195, abril de 1996.
______. Cultura da crise e seguridade social. São Paulo: Cortez, 1995.
MONTÃNO, Carlos. La natureza del Serviço Social: un ensayo sobre su genesis, su
especificidad y su reproduccion. Biblioteca Latino americana de Serviço Social. (Série
ensayos).São Paulo: Cortez, 1998.
NETTO, José Paulo. FHC e a política social: um desastre para as massas trabalhadoras.
In: LESBAUPIN, Ivo (Org.) O desmonte da nação: balanço do governo FHC. 3ª ed.
Petrópolis: Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
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2. FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS NAS CIÊNCIAS SOCIAIS (1º
semestre) – 4 créditos
Ementa: Discute as questões teórico-metodológicas nas Ciências Sociais. Analisa a
processualidade do conhecimento no mundo atual e a problemática do conhecimento
nas abordagens gnosiológica e ontológica. Reflete sobre o padrão filosófico-científico
em Marx e o primado ontológico na resolução das questões metodológicas.
Bibliografia:
CHASIN José. O Integralismo de Plínio Salgado: formas de regressividade no
capitalismo hiper-tardio. Introdução. São Paulo, Ciências Humanas, 1978, p. 61-90.
COSTA, Gilmaisa. “Desantropomorfização, ciência e método”. In: ALCÂNTARA,
Norma; SOUZA, Reivan; FREIRE, Silene de M. (Orgs.) Reflexões em tempos de crise:
trabalho, política, movimentos sociais, Serviço Social, Maceió: Edufal, 2015.
COUTINHO. Carlos Nelson. O Estruturalismo e a miséria da razão. Rio de Janeiro,
Paz e Terra, 1972.
DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Tr. Margarida Garrido Esteves,
Os Pensadores, São Paulo, Abril Cultural, 1978.
HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do Espirito, Petrópolis, Editora Vozes, 2002.
HELLER, Agnes. O homem do renascimento. Editorial Presença, LDA, 1982.
LESSA, Sergio. Lukacs, ontologia e método: em busca de um (a) pesquisador (a)
interessado (a) In: Revista Praia Vermelha, V. I, nº 2. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ,
1999.
LUKÁCS, Georg. Realismo e Existencialismo. Lisboa, Arcádia, 1960.
_________. Os princípios ontológicos fundamentais de Marx. Parte I, cap.1, Para a
Ontologia do Ser Social Tr. Carlos Nelson Coutinho, São Paulo, Livraria Editora
Ciências Humanas, 1979.
MARX, Karl. O método da economia política, Introdução à crítica da economia
política. Tr. Edgard Malagodi [et al.] Os economistas, São Paulo, Abril cultural, 1982.
p. 14-19.
MÉSZÁROS, István. Estrutura Social e Formas de Consciência: A determinação social
do método. Tr. Luciana Prudenzi, Francisco Raul Cornejo e Paulo Cezar Castanheira
São Paulo: Boitempo, 2009.
NOLASCO, Cristina. Habermas e Lukács: método, trabalho e objetividade. Maceió:
EDUFAL, 1996.
POPPER, Karl R. A miséria do historicismo. Tr. Octanny S. da Mota e Leônidas
Hegenberg, São Paulo: Cultrix, 1993.
TONET, Ivo. Método Científico, uma abordagem ontológica, São Paulo: Instituto
Lukács, 2013.
VAISMAN, Ester. “A usina onto-societária do pensamento” in: Ensaios Ad Hominem
n.1, Tomo I, São Paulo: Estudos e Edições Ad Hominem, 1999.
3. MODERNIDADE E PÓS-MODERNIDADE (2º semestre) – 4 créditos – 60
horas/aula
Ementa: Elementos caracterizadores da modernidade. Modernidade e ilustração. Razão
moderna, Modernidade e Capitalismo. Teoria social e a critica à razão instrumental. Os
contextos sociais e teórico culturais da emergência das teorias pós-modernas. A crise
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dos paradigmas. Teoria pós-modernas e teoria social: focalismo, empirismo e
relativismo.
Bibliografia:
ANDERSON, P. As Origens da Pós-modernidade. Trad. Marcos Penchel. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
ALEXANDER, J. Sociological theory and the claim to reason: why the end is not in
sight. Soc.Theory, 9:147-153, 1991.
BAUDRILLARD, J. In the Shadows of the Silent Majorities. Trad. Charles Levin. New
York: Semiotext(e), 1983.
__________.À Sombra das Maiorias Silenciosas. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.
BELL, D. (ed.). The Return of the Sacred? The Winding Passage. Cambridge: Abt
Books, 1980.
__________. The Cultural Contradictions of Capitalism. New York: Basic Books,
1976.
_____. The Coming of Post-industrial Society. New York: Basic Books, 1973.
BERMAN. M. Tudo o que é sólido se desmancha no ar. S. Paulo: Cia. das Letras, 1986,
cap. 2 (Tudo que é sólido se desmancha no ar: Marx, modernismo e modernização”).
CONNOR, S. Cultura pós-moderna, São Paulo: Loyola, 1993, parte II, item 2 (“Pósmodernidades”).
EAGLETON, T. As Ilusões do Pós-modernismo. Trad. Elizabeth Barbosa. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
HARVEY, D. Condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1996.
_____. O enigma do capital e as crises do capitalismo, São Paulo: Boitempo, 2011.
HORKHEIMER, M. Crítica de la razón instrumental. Buenos Aires: Sur 1978.
JAMESON, F. Pos-modernismo. A lógica cultural do capitalism tardio. São Paulo:
Ática, 1996.
KATZ, Cláudio e COGGIOLA, Osvaldo. Neoliberalismo ou crise do capital? São
Paulo: Xaman, 1996.
KURZ, Robert. O Colapso da modernização: da derrocada do socialismo de caserna à
crise da economia mundial, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.
LASH, S. Sociologia del pós-modernismo. Buenos Aires, Amorrortu, 1997.
LÖWY, M. Romantismo e messianismo. S. Paulo: EDUSP/Perspectiva, 1990.
LUKÁCS, G. El assalto a la razón. Barcelona: Grijalbo, 1967.
LYOTARD, J-F. A Condição Pós-Moderna. Rio de Janeiro: José Olympio, 1996.
MÉSZÁROS, I. O poder da Ideologia. São Paulo: Ensaio, 1996.
NISBET, R. O conservadorismo. Lisboa: Estampa, 1987.
POLAN, D. “O pós-modernismo e a análise cultural na atualidade”, in Kaplan, E. A.
(org). Mal-estar no pós-modernismo. Teorias, práticas. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
4. SEMINÁRIO DE TESE I - 2 créditos – 30 horas/aula
Ementa: Conhecimento do "estado da arte" da pesquisa na área temática dos projetos:
principais estudos, referências teórica, categoria de análise. Análise de projetos de
pesquisas clássicas, bibliografias e teses de referencia na área de conhecimento.
Retomada do projeto de tese, recorte do objeto, dos objetivos, e das referências de
análise para a pesquisa. Revisão de elementos primordiais do projeto de tese.
Acompanhamento sistemático do orientador.
Bibliografia
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ANDERY, Maria Amália et. al. Para compreender a ciência, uma perspectiva histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2000.
BARROS, Aidil & LEHFELD, Neide. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas.
Petrópoles - RJ: Vozes, 1990.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Editorial
Presença, 1988.
GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
______. Métodos e técnicas de pesquisa social, São Paulo: Atlas, 1987.
LESSA, S. Análise imanente. Mímeo, s/d
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993.
LUKÁCS, George. Marxismo e Questões de Método na Ciência Social. In Netto, José
Paulo(org.) e Fernandes, Florestan (coord). Lukács/Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: uma proposta metodológica. São Paulo:
Cortez, 2000.
MATRAS, Judah. Outros métodos de pesquisa social. In: Unesco. Manual de pesquisa
social nas zonas urbanas. São Paulo: Pioneira, 1998.
MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Abrasco, 1996.
MINAYO, Maria C. de Souza, (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade,
Petrópolis: Vozes, 1994.
PÁDUA, Elisabete M. Marchesine. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática, 6a. Ed. Campinas, S. Paulo: Papiros, 2000.
RICHARDSON, Roberto Jarry et. al. Pesquisa Social, métodos e técnicas. São Paulo:
Atlas, 1998.
5. SEMINÁRIO DE TESE II - 2 créditos – 30 horas/aula
Ementa: Continuidade da pesquisa e análise dos dados pelo doutorando.
Aprofundamento da revisão da literatura. Esboço da estrutura da tese e preparação para
o exame de qualificação. Acompanhamento sistemático do orientador.
Bibliografia:
ANDERY, Maria Amália et. al. Para compreender a ciência, uma perspectiva histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2000.
BARROS, Aidil & LEHFELD, Neide. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas.
Petrópoles - RJ: Vozes, 1990.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Editorial
Presença, 1988.
GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
______. Métodos e técnicas de pesquisa social, São Paulo: Atlas, 1987. LESSA, S.
Análise imanente. Mímeo, s/d
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993.
LUKÁCS, George. Marxismo e Questões de Método na Ciência Social. In Netto, José
Paulo(org.) e Fernandes, Florestan (coord). Lukács/Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: uma proposta metodológica. São Paulo:
Cortez, 2000.
MATRAS, Judah. Outros métodos de pesquisa social. In: Unesco. Manual de pesquisa
social nas zonas urbanas. São Paulo: Pioneira, 1998.
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MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Abrasco, 1996.
MINAYO, Maria C. de Souza, (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade,
Petrópolis: Vozes, 1994.
PÁDUA, Elisabete M. Marchesine. Metodologia da pesquisa: abordagem
teóricoprática, 6a. Ed. Campinas, S. Paulo: Papiros, 2000.
RICHARDSON, Roberto Jarry et. al. Pesquisa Social, métodos e técnicas. São Paulo:
Atlas, 1998.
6. SEMINÁRIO DE TESE III - 2 créditos – 30 horas/aula
Ementa: Realização/desenvolvimento da pesquisa, análise dos dados, redação da tese.
Exposição dos resultados preliminares da pesquisa. Apresentação da versão preliminar
da tese. Exame de Qualificação. Acompanhamento sistemático do orientador.
Bibliografia:
ANDERY, Maria Amália et. al. Para compreender a ciência, uma perspectiva histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2000.
BARROS, Aidil & LEHFELD, Neide. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas.
Petrópoles - RJ: Vozes, 1990.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Editorial
Presença, 1988.
GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
______. Métodos e técnicas de pesquisa social, São Paulo: Atlas, 1987.
LESSA, S. Análise imanente. Mímeo, s/d
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993.
LUKÁCS, George. Marxismo e Questões de Método na Ciência Social. In Netto, José
Paulo(org.) e Fernandes, Florestan (coord). Lukács/Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: uma proposta metodológica. São Paulo:
Cortez, 2000.
MATRAS, Judah. Outros métodos de pesquisa social. In: Unesco. Manual de pesquisa
social nas zonas urbanas. São Paulo: Pioneira, 1998.
MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Abrasco, 1996.
MINAYO, Maria C. de Souza, (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade,
Petrópolis: Vozes, 1994.
PÁDUA, Elisabete M. Marchesine. Metodologia da pesquisa: abordagem
teóricoprática, 6a. Ed. Campinas, S. Paulo: Papiros, 2000.
RICHARDSON, Roberto Jarry et. al. Pesquisa Social, métodos e técnicas. São Paulo:
Atlas, 1998.
7. SEMINÁRIO DE TESE IV - 2 créditos – 30 horas/aula
Ementa: Continuidade da elaboração/redação da tese. Acompanhamento sistemático do
orientador.
Bibliografia:
ANDERY, Maria Amália et. al. Para compreender a ciência, uma perspectiva histórica.
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2000.
BARROS, Aidil & LEHFELD, Neide. Projeto de Pesquisa: propostas metodológicas.
Petrópoles - RJ: Vozes, 1990.
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ECO, Humberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. Lisboa: Editorial
Presença, 1988.
GIL, Antônio C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
______. Métodos e técnicas de pesquisa social, São Paulo: Atlas, 1987.
LESSA, S. Análise imanente. Mímeo, s/d
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993.
LUKÁCS, George. Marxismo e Questões de Método na Ciência Social. In Netto, José
Paulo(org.) e Fernandes, Florestan (coord). Lukács/Sociologia. São Paulo: Ática, 1981.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: uma proposta metodológica. São Paulo:
Cortez, 2000.
MATRAS, Judah. Outros métodos de pesquisa social. In: Unesco. Manual de pesquisa
social nas zonas urbanas. São Paulo: Pioneira, 1998.
MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. São Paulo – Rio de Janeiro: Hucitec – Abrasco, 1996.
MINAYO, Maria C. de Souza, (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade,
Petrópolis: Vozes, 1994.
PÁDUA, Elisabete M. Marchesine. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática, 6a. Ed. Campinas, S. Paulo: Papiros, 2000.
RICHARDSON, Roberto Jarry et. al. Pesquisa Social, métodos e técnicas. São Paulo:
Atlas, 1998.
DISCIPLINAS ELETIVAS
1. FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA BRASILEIRA - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: Análise da formação social brasileira com base nas “vias” explicativas de
desenvolvimento do modo de produção capitalista. Bases da particularidade da
formação sócio-histórica brasileira, principais momentos da organização produtivasocial. Conhecimento do debate acerca do capitalismo tardio, relação entre Estado e
classes sociais. Referência aos principais analistas da formação sócio-histórica
brasileira.
Bibliografia:
CHASIN, José. Integralismo de Plinio Salgado: forma de regressividade no capitalismo
hipertardio. Belo Horizonte: UNA Editora; São Paulo: Estudos edições Ad Hominen,
1999.
_________. A Miséria Brasileira - do golpe militar à crise social (1964-1994). São
Paulo: Estudos edições Ad Hominen.
FAUSTO, Boris. História Geral da Civilização Brasileira. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2000.
FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil. Ensaio de Interpretação
Sociológica. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. Trad. Maria Tereza Teixeira e Marcos
Penchel. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
-----------------. A Era do Capital (1875-1975). Trad. Maria Tereza Teixeira e Marcos
Penchel. Rio de Janeiro: 1979.
IANNI, Octavio. Estado e Capitalismo. São Paulo, Brasiliense, 2004. MELLO, João
Manuel C. O capitalismo tardio. São Paulo, Brasiliense, 1998.
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FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
MAZZEO, Antonio Carlos. Estado e Burguesia no Brasil. São Paulo, Cortez, 1997.
PRADO JR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo, Brasiliense, 2004.
___________. A Revolução Brasileira. São Paulo, Brasiliense, 1966.
2. QUESTÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS DO SERVIÇO SOCIAL - 3
créditos – 45 horas/aula
Ementa: A relação entre Teoria, Método e Metodologia. As principais perspectivas
teórico-metodológico de fundamentação do Serviço Social. As produções teóricas do
Serviço Social e suas relações com as ciências sociais, a filosofia e a teoria marxiana.
Bibliografia:
CHASIN, José. Marx estatuto ontológico e resolução metodológica. In: Teixeira,
Francisco J S. Pensando com Marx: uma leitura crítico-comentada de O Capital, São
Paulo: Ensaio, 1995.
DANTAS, José Lucena. A teoria metodológica do serviço social: uma abordagem
sistemática. Debates sociais n. 4 4o ed. Rio de Janeiro: CBCIS, 1976.
DURKHEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Tr. Margarida Garrido
Esteves, Os Pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1978.
GUERRA, Yolanda. A força histórico-ontológica e crítico analítica dos fundamentos. In
Questão Social e Serviço Social: fundamentos e prática, Praia Vermelha n. 10, Rio de
Janeiro: UFRJ, 2004.
____. O potencial da pesquisa sobre os fundamentos do serviço social. Colóquio da
Rede de Pesquisa sobre o Trabalho do Assistente Social, Maceió: UFAL, 2010.
IAMAMOTO, Marilda Vilella & CARVALHO, Raul de. Relações Sociais e Serviço
Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica, 5a ed. São Paulo:
Cortez [Lima, Peru]: CELATS, 1986.
LESSA, Sérgio. Lukács: el método y su fundamento ontológico. In. Metoddologia e
Serviçio Social Hoy en Debate. São Paulo: Cortez, 2000. LUKÁCS, Georg. As Bases
Ontológicas do Pensamento e da Atividade do Homem. Temas de Ciências Humanas n.
4. Tr. Carlos Nelson Coutinho, São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas, 1978.
______________ Os princípios ontológicos fundamentais de Marx. Ontologia do ser
social. Tr. Carlos Nelson Coutinho, São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas,
1979.
MANDEL, Ernest. O Lugar do Marxismo na História. São Paulo: Xamã, 2001.
MARX, Karl. O método da economia política, Introdução à crítica da economia política.
Tr. Edgard Malagodi [et al.] Os economistas, São Paulo: Abril cultural, 1982. p. 14-19.
MONTAÑO, Carlos. La Naturaleza del Servicio Social: um ensayo sobre su genesis, su
especificidad y su reproduccion. São Paulo: Cortez, 1998.
MOTA, Ana Elizabete. Serviço Social brasileiro: profissão e área do conhecimento. R.
Katálises, Florianópolis, v. 16, n. esp., p. 17-27, 2013.
NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1991.
_____. A Construção do Projeto Ético-Político do Serviço Social. Brasília: CFESS,
1999.
______. Introdução ao método da teoria social. Serviço Social: Direitos Sociais e
Competencias profissional, Brasília: CFESS, 2010.
POPPER, Karl R. A miséria do historicismo. Tr. Octanny S. da Mota e Leônidas
Hegenberg, São Paulo: Cultrix, 1993.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
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RICHMOND, Mary. E. Diagnóstico Social. Tr. José Alberto de Faria, Lisboa: Instituto
Superior de Higiene Dr. Ricardo Jorge, 1950.
3. ESTADO, POLITICA SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: Origem, natureza e função social do Estado. Constituição dos direitos sociais e
das políticas sociais a partir das relações sociais na sociedade capitalista.
Particularidades da política social no Brasil. A inserção do Serviço Social na
implementação das políticas sociais no Brasil.
Bibliografia:
HOLLOWAY, John. Fundamentos teoricos para una critica marxista de la
administracion publica, México: Instituto Nacional de Administracion Publica, 1982,
segunda parte, cap. 4 “La Ciudadania y la Separación de lo Político y lo econômico”.
HUBERMAN, Leo. A História da Riqueza dos Homens. São Paulo: Zahar Editores,
1983. capítulos - VII, IX, X, XIII e XVI.
GRUPPI, Luciano. Tudo Começou com Maquiavel. Porto Alegre: L&PM Editores,
1980.
Cap. - Os Pensadores Políticos desde N. Maquiavel até G.W.Hegel.
WEFFORT, Francisco. Os Clássicos da Política I. São Paulo: Editora Ática,
2002..caps. 2 (Maquiavel), 3 (Hobbes), 4 (Locke) e 6 (Rousseau).
LASKI, Harold – O liberalismo europeu – São Paulo: Mestre Jou, 1973, capítulos – I
(Os Antecedentes) e Conclusão: as consequências.
MARX, K. Glosas críticas marginais ao artigo O Rei da Prússia e a Reforma Social.
De um Prussiano in: Práxis n.5 – Belo Horizonte: Projeto Joaquim de Oliveira, out-dez.
1995.
MÉSZÁROS, István. Para Além do Capital. São Paulo: Boitempo, 2002. .caps. 2, 11.3,
13.1 a 13.3 e 17.1.
NETTO, José Paulo e Braz, Marcelo. Economia Política – uma introdução crítica. São
Paulo: Cortez Editora, 2006..cap. 2 – Categorias da (crítica da) Economia Política.
4. CONTROLE SOCIAL SOBRE AS POLITICAS PÚBLICAS E SERVIÇO SOCIAL
- 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: As políticas sociais no contexto da crise contemporânea do capital. O papel
dos organismos financeiros internacionais - FMI e Banco Mundial - na definição das
políticas sociais brasileiras. O Controle Social na relação entre Estado e Sociedade
Civil: fundamentos para o debate em Gramsci. Conceitos de controle social. Os
mecanismos de controle social das políticas públicas: Conselhos Gestores, Conferências
e outros. A contribuição do Serviço Social para o controle social.
Bibliografia:
ABREU, Marina Maciel. A relação entre o Estado e a sociedade civil: a questão dos
conselhos de direitos e a participação do Serviço Social. In: Serviço Social &
Movimento Social, São Luís, v.1, n.1, p. 61-76, jul./dez.1999.
BARROS, Maria Elizabeth Diniz. O Controle Social e o processo de descentralização
dos serviços de Saúde. In: Incentivo à Participação Popular e Controle Social no SUS:
textos técnicos para conselheiros de saúde. Brasília: IEC, 1994.
BORON, Atílio A. Os "novos Leviatãs" e a polis democrática: neoliberalismo,
decomposição estatal e decadência da democracia na América Latina. In: SADER, E. &
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
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GENTILI, P. (Orgs.). Pós-neoliberalismo II: que Estado para que democracia?
Petrópolis, RJ: Vozes,1999.
CARNOY, Martin. Estado e Teoria Política. São Paulo: Papirus, 1990.
CARVALHO, Antônio Ivo de. Conselhos de Saúde no Brasil: participação cidadã e
controle social. Rio de Janeiro: FASE / IBAM, 1995.
COSTA, Nilson do Rosário. MELO, Marcos André C. de. Reforma do Estado e as
Mudanças Organizacionais no Setor Saúde. In: Revista Ciência & Saúde Coletiva,
Volume III, Número 1, ABRASCO. 1998.
COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci. Um estudo sobre seu pensamento político. Rio
de Janeiro: Campus, 1989.
CORREIA, Maria Valéria Costa. A Relação Estado e Sociedade e o Controle Social:
fundamentos paDIAS, Edmundo Fernandes. Hegemonia: racionalidade que se faz
história. In: DIAS, Edmundo Fernandes et al. O Outro Gramsci. São Paulo: Xamã,
1996.
_____________ A Liberdade (Im)Possível na Ordem do Capital: Reestruturação
Prudutiva e Passivização. Textos Didáticos no 29, 2aedição IFCH/UNICAMP,
Campinas-SP, setembro de 1999.
___________ Gramsci e a Política Hoje. In: Revista Universidade e Sociedade, no 27,
Brasília, Junho de 2002. EIBNSCHUTZ, Catalina (org.). Política de Saúde: O Público e
o Privado. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1996.
ESCOREL, Sarah. Reviravolta na Saúde: origem e articulação do movimento sanitário.
Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1998.
FALEIROS, Vicente de Paula. Natureza e desenvolvimento das políticas sociais no
Brasil. In: Módulo 3, Curso de Capacitação em Serviço Social e Política Social.
Brasília, CFESS/ABEPSS/CEAD/UnB, 2000.
GERSCHMAN, Sílvia. A Democracia Inconclusa: Um Estudo da Reforma Sanitária
Brasileira. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1995.
GRAMSCI, Antônio. Cadernos do Cárcere. Vol. 1, tradução de Carlos Nelson
Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
GRAMSCI, Antônio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3: Maquiavel. Notas sobre o Estado e a
política; Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
HARVEY, D. A. Condição pós-moderna. São Paulo. Edições Loyola, 1993.
HOBBES, Thomas. Leviatã. Coleção Os Pensadores. Tradução de João Paulo Monteiro
e Maria Beatriz Nizza da silva. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
IAMAMOTO, Marilda Villela. A Questão Social no Capitalismo. In: Temporalis,
Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social ABEPSS.
Ano 2, n. 3, Brasília: ABEPSS, Grafline, 2001.
LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. Coleção Os Pensadores. Tradução de
Anoar Aiex e E. Jacy Monteiro. 2a ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
MARX, Karl. & ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. Prólogo de José
Paulo Netto. São Paulo: Cortez, 1998.
MENDES, Eugênio Vilaça. As Políticas de Saúde no Brasil nos anos 80: a conformação
da reforma sanitária e a construção da hegemonia do projeto neoliberal. In: MENDES,
Eugênio Vilaça (org.) Distrito Sanitário: o processo de mudança das práticas sanitárias
do Sistema Único de Saúde. São Paulo-Rio de Janeiro: HUCITEC- ABRASCO, 1994.
MENDES, Eugênio Vilaça. Uma Agenda para a Saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996.
MONTAÑO, Carlos Eduardo.Terceiro Setor e Questão Social na Reestruturação do
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
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Capital: O Canto da Sereia. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio de
Janeiro, 2001.
MOTA, Ana Elizabete. Cultura da Crise e Seguridade Social: um estudo sobre as
tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90.
5. QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa: A relação entre questão social e capitalismo. Elementos constituintes
fundamentais e formas de desenvolvimento nas transformações sócio-políticaeconômicas em decorrência da crise estrutural do capital. Particularidades da questão
social no Brasil. Formas de enfrentamento da questão social e as relações entre o
público e o privado. As relações do Serviço Social com a questão social.
Bibliografia:
BARAN & SWEEZY. Capitalismo Monopolista – Ensaio sobre a Ordem Econômica e
Social Americana. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1978.
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987.
CASTEL, R. As metamorfoses da questão social. São Paulo, Vozes, 1998.
COSTA, Gilmaisa Macedo da e SANTOS, Edlene Pimentel. Questão Social e
Desigualdade: Novas Formas, Velhas Raízes. In: Revista Ágora, ano 2, nº 4, julho de
2006 – ISSN – 1807-698X. Site www.assistentesocial.com.br
DONGHI Halpering. História da América Latina. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Trad. Conceição
Jardim e Eduardo Lúcio Nogueira. Portugal: Editorial Presença; Brasil, Martins Fontes,
s.d. (Coleção Síntese).
GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Trad. Galeno de Freitas.
Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983.
GOUNET, T. Fordismo e Toyotismo. São Paulo, Boitempo, 1999.
HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro, Guanabara, 1986.
HUNT, E. K. & SHERMAN, Howard J. História do Pensamento Econômico.
Petrópolis, Editora Vozes, 2005.
IAMAMOTO, Marilda V. & CARVALHO, Raul de. Relações Sociais e Serviço Social
no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo, Cortez;
Lima – Peru, CELATS, 1985.
IANNI, O. A Idéia do Brasil Moderno. São Paulo, Brasiliense, 1992, III - A Questão
Social, p.86-112.
MARX, Karl. O capital - Critica da economia política. Os Pensadores, Livro Primeiro,
Tomos 1 e 2. Capítulos XXIII e XXIV. São Paulo, Nova Cultural Ltda., 1996.
LESSA, Sérgio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo,
Cortez, 2007.
MAZZEO, A C. Burguesia e capitalismo no Brasil. São Paulo, Ática, 1988. Cap. I e II.
MÉSZÁROS, István. Produção Destrutiva do Capital. Trad. Georg Toscheff. São Paulo,
Ensaio, 1989. (Cadernos Ensaio. Pequeno Formato, v.5).
_________________. Ir Além do Capital. In: Globalização e Socialismo. São Paulo,
Xamã, 1997.
________________. A Crise Estrutural do Capital. In: Outubro – Revista do Instituto de
Estudos Socialistas Nº 4. São Paulo, 2000.
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_________________. Para além do capital: Rumo a uma teoria da transição. Trad.
Paulo César Castanheira e Sérgio Lessa. 1ªed. São Paulo, Editora da
UNICAMP/BOITEMPO Editorial, maio de 2002.
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez,
1992.
______________. Revista Temporalis, nº 3 (janeiro/julho de 2001). Brasília, ABEPSS,
Grafline, 2001.
NETTO, José Paulo e BRAZ, Marcelo. Economia política: uma introdução crítica. São
Paulo, Cortez, 2006. (Biblioteca Básica de Serviço Social; v. 1).
PASTORINI, A. A categoria “questão social” em debate. São Paulo, Cortez, 2004.
ROSANVALLON, Pierre. A nova questão social. Trad. De Sérgio Bath. Brasília,
Instituto Teotônio Vilela, 1988.
PIMENTEL, Edlene. Uma Nova Questão Social? Raízes materiais e humano-sociais do
Pauperismo de Ontem e de Hoje. Maceió, EDUFAL, 2007.
SANTOS, Edlene Pimentel, COSTA, Gilmaisa Macedo da, HOLANDA, Maria Norma
Alcântara Brandão de. América Latina e Expressões da Questão Social. In: Anais do 12º
Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais e IV Encontro Nacional de Serviço Social e
Seguridade. Foz do Iguaçu/PR de 28 de outubro a 02 de novembro de 2007. Publicado
em CD-ROM.
SANTOS, Edlene Pimentel, COSTA, Gilmaisa Macedo da. Pobreza e Desemprego: a
persistência de um fenômeno. In: III Jornada Internacional de Políticas Públicas –
Questão Social e desenvolvimento no século XXI. Universidade Federal do Maranhão –
UFMA. São Luís, agosto de 2007. Publicação: CD - ROM.
Sobre as origens da “questão social”. In: VIII Encontro Nacional de Pesquisadores em
Serviço Social. ABEPSS – Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, novembro de
2002. Publicação: CD - ROM.
SANTOS, Edlene Pimentel. A Questão Social em Debate. In: Praia Vermelha: estudos
de política e teoria social. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Programa de PósGraduação em Serviço Social, Nº 10. Rio de Janeiro, UFRJ. Escola de Serviço Social.
Coordenação de Pós-graduação, 2004.
______________________. Questão Social e a Problemática do Desemprego Crônico.
In: 19º Conferência Mundial de Serviço Social, sob a forma de POSTER. Salvador,
agosto de 2008. Publicação: CD - ROM.
______________________. O Pauperismo de Ontem e de Hoje: raízes materiais e
humano-sociais da “questão social”. 2005. Tese (Doutorado em Serviço Social),
Universidade Federal de Pernambuco.
TAYLOR, Frederick W. Princípios de Administração Científica. Trad. Arlindo Vieira
Ramos. São Paulo, Editora ATLAS S.A.,1970.
TEIXEIRA, Francisco José S. e OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. (orgs). O
Neoliberalismo em debate. In: Neoliberalismo e Reestruturação Produtiva – As novas
determinações do mundo do trabalho. São Paulo, Cortez; Fortaleza, Universidade
Estadual do Ceará, 1998.
DOCUMENTOS:
RERUM NOVARUM – Carta Encíclica de Sua Santidade o Papa Leão XIII sobre a
condição dos Operários. 15ª edição. São Paulo, Paulinas, 2005.
6. POLÍTICAS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA - 3 créditos – 45 horas/aula
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL- PPGSS
Ementa: O trabalho e a superexploração da força de trabalho na América Latina:
capitalismo, dependência e periferia. Democracia e reforma do Estado na América
Latina: problemas e perspectivas. As políticas sociais a partir de uma reflexão marxista
do capitalismo latino-americano. O desenvolvimento dos sistemas de proteção social na
América Latina: história e atualidade. Uma análise das dimensões que caracterizam os
Programas de Transferência de Renda: surgimento e tendências.
Bibliografia:
BORON, A. A. Estado, Capitalismo y democracia en América Latina. 1 ed. Buenos
Aires: Clacso, 2003.
COGGIOLA, O. Programas sociais compensatórios: a experiência brasileira. Revista
Praia Vermelha: estudos de política e teoria social, v. 23, n.1, jan/jun. Rio de Janeiro,
2013.
CARCANHOLO, M. D. (Im)precisões sobre a categoria superexploração da força de
trabalho. In: ALMEIDA FILHO, N. (Org.). Desenvolvimento e dependência: cátedra
Ruy Mauro Marini. Brasília: Ipea, 2013, p.71-98.
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina, 2010.
GALEANO, Eduardo. A descoberta da América (que ainda não houve). 2 ed. Trad. Eric
Nepomuceno. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, 1990. p.7 - 45.
LIMA, V. F. S. de A. et al. Contextualização socioeconômica e política dos PTRC na
América Latina e Caribe. In: SILVA, M. O. da S. (Coord.). Programas de
Transferência de Renda na América Latina e Caribe. São Paulo, Cortez, 2014, p.
37- 84.
MARINI, R. M.
Dialéctica de la dependencia.
Disponível
em:
<http://www.mariniescritos. unam.mx/024_dialectica_dependencia.html>.
MOTA, A. E. Crise, desenvolvimentismo e tendências das políticas sociais no Brasil e
na América Latina. Disponível em: < http://configuracoes.revues.org/1324>. p. 29-41.
MOTA, A. E.; AMARAL, A.; PERUZZO, J. O novo desenvolvimentismo e as políticas
sociais na América Latina. In:_____ (Org.). Desenvolvimentismo e construção de
hegemonia: crescimento econômico e reprodução da desigualdade. São Paulo: Cortez,
2012, p. 153-178.
PAIVA, B.; ROCHA, M.; Carraro, D. Política social na América Latina: ensaio de
interpretação a partir da Teoria Marxista da Dependência. Revista Ser Social, v. 12, n.
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PAULO NETTO, J. Nota sobre o marxismo na América Latina. Disponível em:
<http://marxismo21.org/wp-content/uploads/2012/07/O-marxismo-na-America-LatinaJP-Netto.pdf>.
PAULO NETTO, J. Desigualdade, pobreza e Serviço Social. Disponível em:
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaempauta/article/viewFile/190/213.
PINHEIRO, C. V. Modelos de desenvolvimento e políticas sociais na América Latina
em uma perspectiva Histórica. Disponível em:
<http://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/141/143>.
OSORIO, Jaime. Fundamentos da superexploração. In: ALMEIDA FILHO, N. (Org.).
Desenvolvimento e dependência: cátedra Ruy Mauro Marini. Brasília: Ipea, 2013, p. 4970.
SILVA, G. S. da. Capital portador de juros e programas de transferência de renda:
monetarização das políticas sociais e contra reforma. Revista Políticas Públicas. São
Luís, v. 13, n. 2, p. 173-181, jul./dez. 2009.
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SPOSATI, A. Tendências latino-americanas da política social no século 21. Revista
katálysis. Florianópolis, v. 14, n. 1. p. 104-115, jan/jun, 2011.
7. ESTADO DE BEM-ESTAR SOCIAL E REPRODUÇÃO DO CAPITAL - 3 créditos
– 45 horas/aula
Ementa: Relação entre trabalho, trabalho abstrato e classes sociais no capitalismo com
base no livro I de O Capital de Marx. Gênese e dinâmica do Estado de Bem-Estar Social
na era dos monopólios.
Bibliografia
DUTTON, P. V. (2002). Origins of the French Welfare State. Cambridge University
Press, New York.
GOUGH, I. (1979) Political Economy of the Welfare State. MacMillan Publishing Co.,
EUA.
LEIMAN, M. M. (1993) The political economy of racism. Pluto Press, Londres. Marx,
K. (1983, Tomo I, 1985, Tomo II) O Capital. Vol I, Ed. Abril Cultural, São Paulo.
LESSA, S. Capital e estado de bem-estar: o caráter de classe das políticas públicas.
São Paulo: Instituto Lukács, 2013.
MÉSZÁROS, I, (2002) Para além do capital. Boitempo, São Paulo.
8. DIREITOS E MOVIMENTOS SOCIAIS NO BRASIL - 3 créditos – 45 horas/aula
Ementa:
*Elaboração da Tese (não é disciplina) - 2 créditos
TOTAL DE CRÉDITOS DO CURSO: 32 créditos.
6) ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS
- Trabalhos (avaliação semestral por disciplina);
- Produção científica discente (publicação de 1 artigo em Periódico por ano com
qualis (mínimo), Livros, Coletâneas);
- Publicação e participação em eventos nacionais e internacionais da área de Serviço
Social e áreas afins;
- Inserção nos grupos de pesquisa do PPGSS/ UFAL;
- Participação nos eventos promovidos pelo Programa, pela FSSO, etc.;
- Estágio Docência obrigatório para bolsista CAPES (DS), CAPES/FAPEAL;
- Representação no Colegiado PPGSS.
7) OUTRAS INFORMAÇÔES
• Matrícula semestral (obrigatória). Carga horária mínima;
• Faltas por disciplina: 25%.
• Nota mínima para aprovação: 7,0
• Período de Integralização do Curso: 4 anos com 6 meses de prorrogação (máximo).
Ultrapassando esse prazo o aluno será desligado.
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• Exame de Qualificação da Tese: 5º a 6º semestre com apresentação em Seminário de
Tese.
• Defesa de Tese: 8º semestre;
• Proficiência – 2 idiomas. Exame pode ser realizado a cada semestre na FALE
(permitida reprovação apenas uma vez).
