FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA BRASILEIRA

Arquivo
FORMAÇÃO SÓCIO.pdf
Documento PDF (111.0KB)
                    ]
FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA BRASILEIRA

Ementa: Análise da formação social brasileira com base nas “vias” explicativas de desenvolvimento
do modo de produção capitalista. Bases da particularidade da formação sócio-histórica brasileira,
principais momentos da organização produtiva-social. Conhecimento do debate acerca do
capitalismo tardio, relação entre Estado e classes sociais.
Referências
BANDEIRA, Alberto Moniz. Presença dos Estados Unidos no Brasil (dois séculos de história).
2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
CAMPOS, Fábio Antônio de. A arte da conquista: o capital internacional no desenvolvimento
capitalista brasileiro (1951-1992). Tese de Doutoramento, Instituto de Economia da UNICAMP.
Campinas – São Paulo, 2009.
______________________. Estratégias de desenvolvimento nacional: o papel do capital estrangeiro
entre o segundo governo Vargas e o governo Castelo Branco (1951-1966). Dissertação de Mestrado.
Instituto de Economia da UNICAMP. Campinas – São Paulo, 2003.
CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. Campinas: Unicamp, 2007.
CECENÃ, José Luis. El império del dólar. Mexico, Ediciones El Caballito, 1972.
CLASTRES, Pierre. 2003. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. São
Paulo: Cosac Naify, 1974.
GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. São Paulo: Expressão Popular: Perseu Abramo, 2016a.
DEAN, Warren. A industrialização durante a República Velha. In. FAUSTO, Boris. História geral
da civilização brasileira. III. O Brasil republicano: 1. Estrutura de poder e economia (1889-1930).
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
DOBB, Maurice. A evolução do capitalismo. Trad. Manuel do Rêgo Braga. Rio de Janeiro: Zahar
Editores, 1983.
DREIFUSS, René Armand. 1964: a conquista do Estado: ação política, poder e golpe de classe.
Petrópolis: Vozes, 2006.
FAUSTO, Boris. História geral da civilização brasileira. Tomo I, II e III. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2006.
FIGUEIREDO, José Ricardo. Modos de ver a produção do Brasil. São Paulo: Educ; Campinas, SP:
Editora Autores Associados, 2004.
FERNANDES, Florestan. A integração do negro na sociedade de classes. Vol. I e II. São Paulo:
Editora Globo, 2008.

GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Trad. Galeano de Freitas. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1983.
GUIMARÃES, Alberto Passos. Quatro séculos de latifúndio. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
HILFERDING, Rudolf. O capital financeiro. Trad. Reinaldo Mestrinel. São Paulo: Nova Cultural,
1985.
LOVEJOY, Paul E. A escravidão na África: uma história de suas transformações. Tradução Regina
Bhering e Luiz G. B. Chaves. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
MACARINI, Jose Pedro. A política bancária do regime militar: o projeto de conglomerado (19671973). Economia e Sociedade, Campinas, v. 16, n. 3 (31), p. 343-369, dez. 2007.
MACHADO, Maria Helena P. T. Crime e escravidão: trabalho, luta e resistência nas lavouras
paulistas 1830-1888. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987.
MARINI, Ruy Mauro. Dialética da dependência. Petrópolis: Vozes, 2000.
MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. São Paulo: Contexto, 2013.
MARX, K. O capital: crítica da economia política. Livro primeiro. Vol. II. Trad. Regis Barbosa e
Flávio R. Kothe. São Paulo: Nova Cultural, 1985.
_________. Grundrisse: manuscritos econômicos de 1857-58: esboços da crítica da economia
política. Tradução Mario Duayer, Nélio Schneider. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: Ed. UFRJ,
2011.
________. O capital: crítica da economia política. Livro Terceiro. Vol. V. Trad. Reginaldo
Sant’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
MAZZEO, Antonio Carlos. Estado e burguesia no Brasil (origens da autocracia burguesa). São
Paulo: Cortez, 1997.
MAZZEO, Antonio Carlos. O escravismo colonial: modo de produção ou formação social. Revista
Brasileira de História. São Paulo, v. 6, n. 12, mar./ago. 1986.
MEDEIROS, Ricardo Pinto de. Povos indígenas e conquista nos sertões da capitania da Paraíba.
Revista CLIO, n. 25-2, 2007.
MOURA, Clóvis. Rebeliões da Senzala: quilombos, insurreições e guerrilhas. Rio de Janeiro:
Conquista, 1972.
NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808). São
Paulo: Hucitec, 1985.
PRADO JR., Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2012.
REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1855. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.

SOCHACZEWSKI, Antônio Claudio. Desenvolvimento econômico e financeiro do Brasil: 19521968. São Paulo: Trajetória Cultural, 1993.
SUZIGAN, Wilson. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec, Ed. Da
Unicamp, 2000.
SANTOS NETO, Artur Bispo dos. Previdência Público-Privada e Reprodução do Capital. [recurso
eletrônico] / Artur Bispo dos Santos Neto. – Goiânia, GO: Editora Phillos, 2018.
___________________________. Capital e trabalho na formaçao economica do Brasil. Sao Paulo:
Instituto Lukacs, 2015.
SILVA, Sergio. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. São Paulo: Editora AlfaOmega, 1985.
SIMONSEN, Roberto. A indústria em face da economia nacional. São Paulo: Empresa Gráfica
Revista dos Tribunais, 1937.
SINGER, Paul. O Brasil no contexto do capitalismo mundial 1889-1930. In. FAUSTO, Boris
(Org.). História geral da civilização brasileira. III. O Brasil republicano: 1. Estrutura de poder e
economia (1889-1930). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
SODRÉ, Nelson Werneck Sodré. Formação histórica do Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
1963.
STEIN, S. Grandeza e decadência do café no Vale do Paraíba. São Paulo: 1961.
TAUNAY, Afonso d’Escragnolle. A guerra dos bárbaros. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de
Letras, 1936.
TAVARES, Maria da Conceição Tavares. Da substituição de importações ao capitalismo financeiro.
Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979.
VERGER, Pierre. Fluxo e refluxo: do tráfico de escravos entre o golfo de Benin e a Bahia de todos
os santos dos séculos XVII a XIX. Salvador: Corrupio, 2002.
WILLIAMS, Eric. Capitalismo e escravidão. Tradução Denise Bottmann. São Paulo: Companhia
das Letras, 2012.